Trump Ameaça Irã com Ataque Massivo em 7 de Março e Exige Abertura do Estreito de Ormuz

Escalada de Tensão e Ultimato Nuclear

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom em confrontos verbais com o Irã, utilizando linguagem explícita contra os líderes iranianos e estabelecendo um prazo para um possível ataque militar. Em postagens na rede social Truth Social, Trump dirigiu-se aos governantes de Teerã com insultos diretos, exigindo a reabertura do Estreito de Ormuz, uma artéria vital para o transporte global de petróleo. O ultimato, se não atendido, promete severas consequências, com Trump alertando que os iranianos “viverão no inferno”.

Data Marcada e Alvos Estratégicos

A ofensiva, caso ocorra, tem data marcada para terça-feira, 7 de março. Trump apelidou o dia de “Dia da Usina Elétrica e Dia da Ponte, tudo junto”, indicando que a infraestrutura essencial do Irã seria o foco principal de um eventual ataque. Esta ameaça surge após o Irã ter rejeitado um prazo de 48 horas anteriormente imposto por Trump no sábado, 4 de março.

O Estreito de Ormuz e o Impacto Econômico

O cerne da disputa reside no bloqueio do Estreito de Ormuz pelo regime iraniano, iniciado em 28 de fevereiro, coincidindo com o início de uma operação conjunta entre EUA e Israel contra o Irã. Por esta via marítima passa aproximadamente 20% do petróleo mundial. Desde o seu fechamento, o preço do barril de petróleo disparou de US$ 72 para cerca de US$ 109, impactando os preços da gasolina globalmente, incluindo nos Estados Unidos, onde a economia e o custo de vida são fatores cruciais para os eleitores nas próximas eleições presidenciais de novembro.

Reação Iraniana e Acusações de Crimes de Guerra

Em resposta às ameaças americanas, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf, declarou que Trump “não ganhará nada com crimes de guerra”. Ghalibaf acusou os EUA de agirem de forma imprudente, influenciados pelas diretrizes do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Segundo o líder iraniano, as ações e ameaças de Washington estão empurrando os Estados Unidos para um “inferno na Terra” que poderá se espalhar por toda a região.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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