Trump ameaça “aniquilar o Irã em uma noite” caso estreito de Ormuz não seja reaberto

Trump Ameaça Destruir o Irã em 24 Horas se Estreito de Ormuz Não For Reaberto

Ultimato Americano Define Prazo para o Irã; Washington Alerta para Bombardeio de Usinas e Pontes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Irã nesta segunda-feira (6), afirmando em coletiva de imprensa que o país persa “pode ser aniquilado em uma noite”, com essa possibilidade se concretizando “amanhã à noite”. A declaração surge como resposta a um ultimato dado por Washington para que o Irã reabra o estratégico estreito de Ormuz.

Operação de Resgate e Cronograma de Ameaças

Em uma coletiva na Casa Branca, Trump explicou que a ameaça direta ao Irã está vinculada à operação de resgate de dois tripulantes de um caça F-15 americano, abatido por Teerã na última sexta-feira. O republicano anunciou a prorrogação do prazo para a reabertura do estreito de Ormuz, passagem crucial para o fluxo global de hidrocarbonetos, que o Irã tem mantido parcialmente fechada desde o fim de fevereiro, em meio a ataques americanos e israelenses.

Prazo e Consequências Severas em Caso de Desobediência

O presidente americano utilizou as redes sociais para comunicar o ultimato: o Irã tem até as 20h de terça-feira, horário de Washington (21h em Brasília), para restabelecer o fluxo livre pelo estreito de Ormuz. Caso contrário, Trump prometeu que os Estados Unidos bombardearão usinas de energia e outras infraestruturas críticas iranianas, incluindo pontes.

Detalhes da Operação de Resgate e Tensão Regional

Durante a coletiva, Trump também elogiou a complexa operação de resgate dos ocupantes do caça abatido, destacando o sucesso em recuperar o copiloto, que permaneceu escondido em uma região montanhosa do Irã por horas antes de ser localizado por militares americanos. A operação envolveu um impressionante contingente de 155 aeronaves, incluindo bombardeiros, caças, aviões-tanque e aeronaves de resgate. A escalada retórica e as ameaças diretas intensificam a já elevada tensão na região do Golfo Pérsico.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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