EUA Intensificam Ataques ao Irã para Reabrir o Estratégico Estreito de Ormuz e Garantir Fluxo Global de Petróleo

Ataques Coordenados no Golfo

Forças dos Estados Unidos aumentaram a intensidade de seus ataques contra alvos militares iranianos na região do Estreito de Ormuz. A informação foi divulgada pelo chefe do Estado-Maior Conjunto americano, general Dan Caine, detalhando uma operação em andamento com o objetivo de reabrir a crucial rota marítima de petróleo. O estreito, por onde transita aproximadamente 20% do petróleo mundial, está bloqueado por ameaças do Irã desde o início da guerra em 28 de fevereiro.

Tecnologia Militar em Ação

Aviões de ataque A-10 Warthog e helicópteros Apache estão sendo empregados em missões de combate contra embarcações rápidas, drones e posições militares iranianas ao longo da costa do Golfo. Segundo o general Caine, essas aeronaves atuam no “flanco sul” da operação, visando barcos armados utilizados para intimidar navios comerciais. Helicópteros Apache operados por aliados dos EUA também estão interceptando drones iranianos, embora a identidade desses parceiros não tenha sido revelada.

Esforços Ampliados e Pressão sobre Aliados

A campanha militar, segundo autoridades do Departamento de Defesa, inclui bombardeios contra bases e baterias de mísseis controladas pela Guarda Revolucionária do Irã, força responsável pela defesa do estreito. Paralelamente, o presidente Donald Trump criticou a relutância de países aliados da Otan em apoiar a operação, destacando o impacto global do bloqueio da rota e a necessidade de envolvimento conjunto.

Impacto Econômico e Reforço Militar

O Estreito de Ormuz, com cerca de 40 quilômetros de largura em seu ponto mais estreito, é vital para o comércio global de energia. O bloqueio imposto pelo Irã elevou o preço do barril de petróleo acima de US$ 100, gerando pressão em mercados e governos ao redor do mundo. Em resposta à crise, o Pentágono também deslocou 2 mil fuzileiros navais adicionais para o Oriente Médio, preparados para atuar na segurança da navegação e em possíveis ocupações de ilhas estratégicas na região.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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