Elon Musk: Epstein transformava vítimas em cúmplices para garantir silêncio, diz dono do X

Dono do X aponta coerção como estratégia de Epstein

Elon Musk, o influente proprietário da rede social X e CEO de empresas como Tesla e SpaceX, declarou nesta terça-feira (10) que o financista Jeffrey Epstein utilizava uma tática peculiar para garantir o silêncio de suas vítimas: transformá-las em cúmplices de seus crimes. A afirmação foi feita por meio de uma publicação na plataforma X, em um momento de grande repercussão devido à recente divulgação de documentos sigilosos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos referentes ao caso Epstein.

Vítimas coagidas a participar de atividades criminosas

Segundo Musk, muitas das vítimas de Epstein, que eram menores de idade no momento dos abusos, teriam sido pressionadas a participar de atividades ilegais relacionadas à rede de exploração sexual após completarem 18 anos. O empresário argumenta que, ao envolver essas pessoas em crimes, Epstein criava um mecanismo de coerção muito mais poderoso do que qualquer acordo formal de confidencialidade. “Ao fazê-las cometer crimes com ele, Epstein garantiu o silêncio delas mais do que qualquer acordo de sigilo poderia garantir”, escreveu o dono do X.

Anistia para vítimas é defendida por Musk

Musk sugeriu que essa estratégia de coerção pode explicar o motivo pelo qual muitas vítimas não vieram a público denunciar os envolvidos ao longo dos anos. Para que essas pessoas possam testemunhar sem medo de retaliação legal, o empresário defendeu a concessão de anistia. “Elas deveriam receber anistia para poder depor”, afirmou em sua publicação, respondendo a questionamentos de usuários sobre a falta de denúncias públicas.

Musk já havia prometido apoio a vítimas

Esta não é a primeira vez que Elon Musk se manifesta sobre o caso Epstein nas últimas semanas. No último domingo (8), o empresário já havia anunciado que custearia a defesa jurídica de vítimas de Epstein que enfrentassem processos judiciais por tornarem públicas as identidades de seus agressores, demonstrando seu compromisso em apoiar as vítimas e incentivar a busca por justiça.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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