Adeus ao 1.6, olá ao 1.3 Firefly
O Citroën Aircross 2026 marca o fim de uma era na Argentina ao aposentar o motor 1.6 EC5 em favor do novo propulsor 1.3 Firefly, de origem Fiat. Essa mudança, que ocorre na fábrica de Porto Real (RJ), responsável por abastecer o mercado argentino, sinaliza a iminente chegada dessa nova motorização ao Brasil. Inicialmente, a versão Feel Pack será a primeira a receber a novidade, que visa atender a novas regulamentações de emissões e otimizar o consumo de combustível.
Eficiência energética em foco
A principal vantagem da adoção do motor 1.3 Firefly é a melhoria expressiva na eficiência energética. Na Argentina, onde o propulsor é movido apenas a gasolina, ele entrega 99 cv e 13 kgfm de torque, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas. Apesar de uma redução nos números de desempenho em comparação com o antigo 1.6 (115 cv e 15,3 kgfm), o foco está na economia de combustível. Os dados de homologação indicam um consumo urbano de 12,2 km/l e rodoviário de 18,2 km/l, um avanço significativo.
Tecnologia Flex e chegada ao Brasil
A expectativa é que, ao chegar ao Brasil, o motor 1.3 Firefly receba a tecnologia flex, elevando sua potência para até 107 cv e o torque para 13,6 kgfm com etanol. Essa configuração deve manter o Citroën Aircross competitivo no segmento. Além do Aircross, especula-se que o mesmo propulsor possa equipar as versões de entrada do C3 hatch e do futuro cupê Basalt, com lançamento previsto para o segundo semestre deste ano.
Conforto e custo-benefício mantidos
Apesar da mudança de motorização, a Citroën mantém o foco no conforto urbano e no custo-benefício do Aircross. A dinâmica do veículo deve priorizar a absorção de impactos, com suspensão elevada e acerto voltado para o bem-estar dos ocupantes em trajetos urbanos, sem perder de vista a identidade visual do SUV. A versão Feel Pack argentina já conta com itens essenciais, como a central multimídia flutuante com conectividade sem fio.
Fonte: quatrorodas.abril.com.br
