TI como Pilar Estratégico
O setor de Tecnologia da Informação (TI) consolidou sua posição como uma infraestrutura estratégica para os negócios, transcendendo a antiga função de mero suporte. Essa evolução é evidenciada pela crescente demanda por automação, inteligência artificial (IA) e arquiteturas de sistemas robustas, conforme aponta o levantamento “Habilidades em Alta em Tecnologia da Informação” divulgado pelo LinkedIn. A pesquisa analisou a aquisição de competências por usuários da plataforma e o sucesso em contratações em um período de 12 meses, finalizado em novembro de 2025.
Competências Técnicas Essenciais
O relatório destaca a importância de habilidades técnicas fundamentais para a integração e a gestão de dados. O XML, formato estruturado para organização e transporte de dados, é crucial para a integração de aplicações e a consistência das informações trocadas entre sistemas. Ferramentas como o Data Build Tool (DBT) ganham destaque por sua capacidade de organizar e transformar dados em ambientes analíticos, facilitando a geração de relatórios e auditorias técnicas. Além disso, o domínio de plataformas de gestão de dispositivos e comunicação corporativa, como o Microsoft Exchange e o Microsoft Intune, é essencial para a configuração de e-mails, políticas de segurança e o gerenciamento remoto de dispositivos, especialmente em cenários de trabalho híbrido.
IA e Automação no Centro das Demandas
A inteligência artificial (IA) figura entre as competências mais requisitadas, com especialistas sendo procurados para aplicar a tecnologia na detecção de falhas, análise preditiva e monitoramento de redes. O avanço dos Large Language Models (LLM), capazes de gerar e interpretar textos a partir de grandes volumes de dados, abre novas frentes para a integração em automações e sistemas de atendimento. Profissionais que compreendem os limites e parâmetros de segurança dessas ferramentas são altamente valorizados.
Foco na Experiência do Usuário e Segurança
A análise da jornada do cliente dentro dos sistemas de TI é fundamental para otimizar interfaces digitais, tempos de resposta e a priorização de demandas de suporte. A capacidade de antecipar problemas, através de ações preventivas como atualizações contínuas e testes de vulnerabilidade, substitui o modelo reativo tradicional. A criação de casos de teste robustos para validar softwares antes da implantação também assegura a estabilidade e a qualidade das novas implementações.
Engajamento e Gestão de Equipes
Além das competências técnicas, o engajamento dos funcionários emerge como um fator crítico. A capacidade de manter equipes motivadas impacta diretamente a adoção de novas ferramentas, o rigor no cumprimento de políticas de segurança e a colaboração entre diferentes setores da empresa. Profissionais de TI que unem conhecimento técnico a habilidades de gestão e comunicação estão mais preparados para os desafios de 2026.
Fonte: canaltech.com.br
