Os 5 Piores Assassin’s Creed: De Falhas de Lançamento a Grinding Excessivo, Relembre os Títulos Que Decepcionaram

Os 5 Piores Assassin’s Creed: De Falhas de Lançamento a Grinding Excessivo, Relembre os Títulos Que Decepcionaram

Com o anúncio de remakes e novos jogos, é hora de olhar para trás e destacar os jogos da icônica franquia da Ubisoft que não alcançaram o nível esperado pelos fãs.

A franquia Assassin’s Creed, com mais de uma década de história e 14 jogos principais, é conhecida por sua capacidade de inovar e transportar os jogadores para diferentes épocas e culturas. No entanto, como em qualquer série de longa data, nem todos os títulos conseguiram atingir o mesmo patamar de excelência. Com o recente anúncio de Assassin’s Creed Black Flag Resynced, um remake do aclamado quarto jogo, é o momento ideal para revisitar os títulos que, por diversos motivos, não corresponderam às expectativas.

1. Assassin’s Creed Odyssey: O Grind Que Sufocou a Aventura

Após a revitalização da fórmula com Assassin’s Creed Origins, a Ubisoft tentou consolidar a nova era RPG com Assassin’s Creed Odyssey. Apesar de uma ambientação grega deslumbrante, o jogo tropeçou gravemente na implementação de um grinding excessivo. A necessidade de evoluir o personagem e coletar equipamentos por longos períodos para progredir na história principal e enfrentar inimigos mais fortes tornou a experiência repetitiva e, para muitos, cansativa. O combate, embora funcional, não atingiu o refinamento visto em Origins e posteriormente em Valhalla, e os protagonistas, por vezes, pareceram pouco carismáticos. Curiosamente, este título é o terceiro mais vendido da série.

2. Assassin’s Creed Unity: Um Lançamento Amaldiçoado por Bugs

O lançamento de Assassin’s Creed Unity em 2014 foi um verdadeiro desastre técnico, comparado por muitos ao que viria a acontecer anos depois com Cyberpunk 2077. O jogo estava repleto de bugs, alguns até cômicos, mas muitos que impediam o progresso dos jogadores. Apesar dessas falhas catastróficas no lançamento, Unity possuía qualidades notáveis: um sistema de parkour impressionante para a época, gráficos belíssimos, cutscenes bem elaboradas e um modo multiplayer divertido. Os personagens eram cativantes e o combate funcionava bem, mas a experiência foi irremediavelmente marcada pelo seu estado inicial.

3. Assassin’s Creed Rogue: O Episódio Esquecível

Em uma franquia que se destacou por manter narrativas contínuas, como a trilogia de Ezio Auditore, Assassin’s Creed Rogue surge como um elo entre títulos de maior impacto como Black Flag, AC3 e Unity. Apesar de se conectar a esses jogos e apresentar uma perspectiva interessante ao jogar como um Templário, Rogue falhou em inovar. Após experiências marcantes com personagens como Edward Kenway, o jogo acabou se tornando esquecível, uma aventura que poderia ter sido resolvida de forma mais concisa. Foi o último jogo antes da grande mudança de direção da série com Unity.

4. Assassin’s Creed Valhalla: O Peso da Escala e da Repetição

Se Assassin’s Creed Odyssey foi criticado por seu tamanho, Assassin’s Creed Valhalla elevou essa característica a um novo patamar. O jogo chegou em 2020 com um mundo aberto massivo e uma quantidade avassaladora de missões paralelas, o que, para muitos, resultou em sobrecarga e cansaço. A Ubisoft continuou expandindo o jogo com DLCs, eventos e conexões com outros títulos, quase transformando-o em um GaaS (Games as a Service). A repetição de atividades e a sensação de que o jogo nunca terminava tornaram a experiência fatigante, especialmente após cerca de 60 horas de jogo. Embora tenha sido o maior sucesso comercial da franquia até o momento, muitos sentiram que ele se distanciou da essência de Assassin’s Creed.

5. Assassin’s Creed (O Original): Barreiras Linguísticas e Gameplay Travado

Não se pode negar o pioneirismo de Assassin’s Creed em 2008, o título que deu início a uma saga incrível. No entanto, o jogo original apresenta problemas significativos, especialmente para jogadores não nativos de inglês. A falta de legendas, mesmo em inglês, privou muitos de compreenderem a história em sua totalidade. Além dessa barreira linguística, o gameplay era bastante travado para a época, uma experiência que pode ser frustrante para quem joga hoje. Apesar de ter pavimentado o caminho para jogos muito melhores, como os da trilogia de Ezio, o primeiro Assassin’s Creed demonstra as dificuldades de um título inovador, mas com limitações técnicas e de acessibilidade.

Outros títulos como os spin-offs Liberation e Freedom Cry, embora importantes para as narrativas de AC3 e AC4, também poderiam ser mencionados por não deixarem uma marca tão profunda na memória dos jogadores.

Fonte: canaltech.com.br

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