Flávio Bolsonaro prefere mulher como vice e cita nomes cotados para chapa em 2026

Preferência por vice feminina

O pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), revelou em entrevista exclusiva à Jovem Pan, no programa 3 em 1, que tem preferência por uma mulher como vice em sua chapa. O senador, no entanto, ressaltou que a decisão final ainda não foi tomada e será definida na convenção do partido, marcada para 25 de julho.

“Tenho preferência que seja mulher, não pelo fato de ser mulher, mas porque tem muitas mulheres qualificadas que agregariam nesse processo de resgate do Brasil”, declarou Flávio Bolsonaro, destacando a qualidade e o potencial de contribuição de mulheres para a política nacional.

Nomes em pauta para vice

Embora Flávio Bolsonaro tenha evitado confirmar nomes específicos, algumas personalidades femininas já foram ventiladas como possíveis candidatas à vice-presidência. Entre elas, destacam-se Tereza Cristina (Progressistas), Julia Zanata (PL-SC) e Simone Marquetto (PP-SP). A escolha final dependerá das negociações e estratégias do partido.

Banco Master e PT da Bahia

Durante a entrevista, Flávio Bolsonaro também comentou sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, afirmando que a origem do problema estaria ligada ao PT da Bahia. A declaração surge após operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga irregularidades na instituição financeira.

“A gente sabe que foi ali no PT da Bahia o cerne de todo esse esquema que desaguou na questão do Banco Master”, disse o senador. Ele também criticou a oposição, alegando que o PT se opõe à abertura de uma CPI para investigar o caso por ter “algo a temer”.

Eduardo Bolsonaro e taxação nos EUA

Questionado sobre a atuação de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro negou que ele tenha solicitado a aplicação de taxas ao Brasil para Donald Trump. Segundo o senador, Eduardo foi pedir a aplicação da Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes, uma ação que, segundo ele, não estava sob o controle de seu irmão, mas sim baseada em critérios da lei americana.

Flávio Bolsonaro também criticou a decisão de Alexandre de Moraes de julgar Eduardo, classificando-a como uma “forçação de barra” e afirmando que o Supremo Tribunal Federal (STF) estaria “jogando a sua credibilidade na lata do lixo”.

Fonte: jovempan.com.br

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