Radares e Mísseis Chineses Falham em Operações na Venezuela e Irã, Colocando em Xeque Credibilidade Militar de Pequim

Falhas em Defesas Aéreas Chinesas Expostas na Venezuela

Operações recentes nos EUA na Venezuela expuseram vulnerabilidades significativas nos sistemas de defesa aérea chineses. Radares avançados, como o modelo JY-27A, que Pequim comercializa como capazes de detectar aeronaves furtivas americanas, demonstraram falhas críticas ao não funcionarem durante ações militares. As forças americanas conseguiram neutralizar esses sistemas com guerra cibernética, permitindo que mais de 150 aeronaves sobrevoassem o território venezuelano sem serem detectadas ou interceptadas.

Sistema HQ-9B Chinês Colapsa no Irã Sob Ataques Coordenados

No Irã, a aposta nas baterias de mísseis chineses HQ-9B para a proteção de Teerã também se mostrou ineficaz. Durante ataques coordenados entre os EUA e Israel em 28 de fevereiro, que atingiram mais de 20 províncias iranianas e destruíram instalações estratégicas, o armamento chinês falhou em impedir a ofensiva. A operação resultou na morte de importantes líderes políticos e militares do regime islâmico, evidenciando a incapacidade do sistema de defesa chinês em proteger alvos cruciais.

Paquistão Enfrenta Problemas Semelhantes e Países Revisam Defesas

O Paquistão também relatou dificuldades com equipamentos militares chineses. Em maio de 2025, durante um confronto com a Índia, o aparato de defesa chinês não conseguiu conter mísseis indianos que alcançaram bases estratégicas paquistanesas. Especialistas indicam que outros países que adquiriram armamentos da China estão agora reavaliando suas defesas térmicas e questionando a confiabilidade do equipamento em cenários de combate reais.

China, 5º Maior Exportador de Armas, Vê Credibilidade Abatida

A China figura atualmente como o quinto maior exportador de armas do mundo, com suas empresas militares presentes em 48 nações na Ásia, África e América Latina. No entanto, o desempenho insatisfatório de suas tecnologias em operações reais abalou a credibilidade de Pequim como um fornecedor militar confiável, especialmente quando comparado às tecnologias ocidentais. Em resposta, o governo chinês evitou comentários técnicos diretos sobre as falhas, focando em críticas às ações dos EUA como violações da soberania, em vez de abordar a eficácia de seus próprios sistemas de defesa.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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