Quanto seu celular desvaloriza por ano? Ranking completo de Apple, Samsung e Motorola em 2026

A desvalorização de smartphones: um fator crucial para consumidores

Para muitos, o smartphone transcende a função de ferramenta essencial do dia a dia, tornando-se também um ativo com potencial de revenda futura. Contudo, é um fato incontestável que os aparelhos sofrem uma desvalorização considerável, mesmo pouco tempo após a compra. Essa depreciação é impulsionada por uma combinação de fatores, incluindo o desgaste físico natural, a perda de performance ao longo do tempo e a rápida obsolescência de recursos frente às novas gerações de dispositivos.

Compreender o ritmo de desvalorização é fundamental para tomar decisões financeiras inteligentes. Permite identificar o momento oportuno para vender um celular usado, minimizando a perda monetária. Da mesma forma, essa pesquisa é valiosa para consumidores que buscam adquirir um aparelho seminovo pelo menor preço possível.

Metodologia do estudo: como os dados foram coletados

A análise abrangeu modelos das três gigantes do mercado brasileiro: Apple, Samsung e Motorola, contemplando diferentes faixas de preço, desde os topos de linha até os intermediários e de entrada. Foram consideradas as versões com as configurações mínimas de armazenamento interno de cada dispositivo.

Os preços de aparelhos novos foram baseados no valor mínimo registrado na plataforma Zoom nos últimos seis meses. Já os valores de aparelhos usados levaram em conta itens em condições boas ou excelentes, priorizando plataformas como Trocafone e Trocafy, além de pesquisas em outros marketplaces. Todos os dados são referentes a março de 2026 e podem sofrer variações.

É importante notar que a desvalorização mensal foi calculada de forma linear. Na prática, a depreciação tende a ser mais acentuada nos primeiros meses após o lançamento, com uma estabilização posterior. Portanto, a comparação mais precisa é entre aparelhos com períodos de lançamento semelhantes.

Desempenho das marcas: quem desvaloriza menos?

Embora a amostra da Motorola apresente aparelhos ligeiramente mais recentes, o que pode distorcer a comparação mensal, os dados indicam que, no universo Android, os modelos da Motorola tendem a depreciar menos que os da Samsung. Exemplos como o Edge 50 Ultra apresentaram menor desvalorização em comparação com o Galaxy S24, e houve um equilíbrio entre o Moto G56 e o Galaxy A56.

Modelos de ponta recém-lançados, como o Galaxy S26 Ultra e o Motorola Signature, ainda são novos demais para uma análise consistente de desvalorização.

Apple lidera em retenção de valor

Os celulares da Apple consistentemente apresentam os menores índices de desvalorização. Na comparação entre o Galaxy S25 e o iPhone 16, o modelo da Apple desvalorizou seis pontos percentuais a menos que seu concorrente da Samsung. Uma tendência similar foi observada ao comparar o Galaxy S24 com o iPhone 15.

Recomendação para venda: quando o tempo é aliado

Para quem planeja vender seu smartphone, acompanhar os índices de desvalorização é essencial. Geralmente, o período de dois anos ou mais após o lançamento do aparelho marca o fim da queda mais acentuada, tornando-se um momento mais vantajoso para a comercialização, pois a desvalorização tende a se estabilizar.

Fonte: canaltech.com.br

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