Carros Elétricos em 2026: Geely EX2 Lidera Valorização e JAC E-JS4 Apresenta Maior Desvalorização no Brasil

Mercado de Elétricos em 2026: Um Cenário de Contrastes

O mercado de carros elétricos no Brasil continua sua expansão em 2026, mas a preocupação com a desvalorização pós-compra se torna um fator crucial para novos e antigos proprietários. Um levantamento recente da Webmotors, parte do especial Qual Comprar 2026 do Autoesporte, revela um panorama intrigante: enquanto alguns modelos elétricos mantêm seu valor de forma surpreendente, outros sofrem quedas expressivas no mercado de revenda. O estudo detalha quais apostas são seguras e quais exigem atenção redobrada.

Gigantes Chineses e Tradicionais: Uma Nova Dinâmica de Valor

Os dados mostram uma mudança de cenário com a ascensão de marcas chinesas, que apresentam veículos com índices de desvalorização notavelmente baixos. Isso contrasta com alguns modelos de montadoras mais estabelecidas, que enfrentam depreciação acentuada. A competitividade das novatas se consolida, desafiando a percepção de que apenas marcas tradicionais oferecem segurança no valor de revenda.

Os Campeões da Valorização: Geely EX2 Lidera a Lista

Na ponta positiva, o Geely EX2 se destaca como o grande campeão, registrando uma desvalorização mínima de apenas 0,1%, praticamente mantendo seu valor original. Seguindo de perto, o Leapmotor C10 apresenta uma desvalorização de 0,5%, e o Chevrolet Spark EUV fecha o pódio com 3,3%. Outros modelos como o GAC Aion Y (3,4%) e o MG4 (4,5%) também demonstram forte retenção de valor, consolidando a presença e a confiança em veículos elétricos vindos da China.

Os Que Mais Perdem Valor: JAC E-JS4 e Mini Cooper na Mira

Na outra extremidade do ranking, o JAC E-JS4 lidera a lista de maior desvalorização, com impressionantes 50,4%. O JAC E-J7 também figura entre os modelos com queda significativa, registrando 38,8%. O tradicional Mini Cooper elétrico não escapa, com uma desvalorização de 31%. Completam o top 5 de maior depreciação o BYD Seal (24,7%) e o Mini Aceman (24%), indicando que, apesar do avanço tecnológico, alguns modelos ainda enfrentam barreiras na aceitação do mercado de usados.

Fonte: canaltech.com.br

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